Controlar de maneira correta o banco de horas de cada funcionário é de extrema importância para uma gestão eficaz de pessoas e também para evitar que a empresa não sofra consequências de um eventual processo trabalhista. Você sabe com detalhes como funciona o processo do banco de horas?

 

Para que serve o banco de horas?

Em certos períodos do mês, ou do ano, é possível que ocorra um aumento na demanda de serviços para uma determinada empresa. Em outras épocas, ocorre a diminuição. O banco de horas permite que os funcionários trabalhem mais horas em alguns dias e menos em outros, sendo uma forma de flexibilizar a jornada de trabalho.

A compensação de tempo é uma alternativa para o pagamento de horas extras, quando a empresa é obrigada a compensar financeiramente o empregado. Devido a isso, ao adotar um software de controle de horas trabalhadas, resulta em economia para a empresa.

Já para o funcionário, a vantagem do sistema de banco de horas é a jornada de trabalho mais flexível, na qual suas faltas ou atrasos podem ser compensados posteriormente. Quando não há um sistema, os períodos de ausência são descontados na folha de pagamento.

 

Como funciona o banco de horas?

Quando um colaborador permanece na empresa após o expediente ou chega mais cedo, seu banco de horas é creditado. Da mesma forma, quando ele chega atrasado ou sai mais cedo sem justificativa, o saldo em seu banco de horas diminui, podendo ser até negativo.

O banco de horas na prática é simples: um funcionário que trabalha mais em um dia, precisa trabalhar menos em outro; quando o tempo trabalhado no mês correspondente a exatamente ao que foi acordado, significa que o banco de horas do período foi zerado.

As horas extras que são trabalhadas têm até um ano para serem compensadas, caso contrário serão adicionadas a folha de pagamento. Também é permitido estabelecer prazos menores para a compensação, como seis meses ou um mês, desde que haja um acordo entre funcionário e empregador.

 

Quantas horas são permitidas por dia?

A legislação trabalhista brasileira determina que as jornadas de trabalho de no mínimo oito horas por dia com até duas horas extras, totalizando dez horas. Também há jornadas de trabalho de doze horas, que são precisamente seguidas por trinta e seis horas de descanso. Ou seja, o limite por semana não pode exceder quarenta e quatro horas.

 

Como gerenciar o banco de horas?

É importante que haja um bom controle de custos em gestão de pessoas para preservar a empresa de futuros processos trabalhistas. Quem geralmente cuida desta tarefa é o departamento de pessoal, que utiliza registros de ponto para ter precisão do tempo trabalhado de cada funcionário por dia.

Uma boa forma de evitar possíveis erros de digitação ao administrar o banco de horas ou até mesmo sem que nenhum registro seja alterado, é adotar um controle de ponto por aplicativo. Por um aplicativo, cada vez que um colaborador registrar a entrada ou saída da empresa, seu saldo será atualizado.

Sem o cálculo automático do banco de horas, o departamento de recursos humanos perde muito tempo nessa tarefa ao invés de estarem traçando estratégias para alavancar a empresa.

Ainda tem alguma dúvida de como funciona o banco de horas? Comente aqui em baixo.

Até o próximo post!